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TERRAS DA VALIMAR E DO VALE DO LIMA VALIMAR ComUrb A paisagem verde dos vales e o azul do mar e do rio são o mote para a edificação de uma região una e coesa, tendo por denominador comum uma estrutura activa e dinâmica capaz de dar resposta a uma cooperação vantajosa entre as seis instituições autárquicas. Por isso, desde a sua constituição, a Valimar ComUrb (constituída pelos municípios de Arcos de Valdevez, Caminha, Esposende, Ponte da Barca, Ponte de Lima e Viana do Castelo) tem pautado a sua acção pela continuidade do trabalho encetado pela extinta Associação de Municípios do Vale do Lima (Valima), mas tem igualmente apostado na união supra-municipal que está na sua base de acção. http://www.valimar.org/ - Município de Ponte da Barca O reconhecimento do valor do património natural do concelho de Ponte da Barca não se limita à exuberância da vida selvagem na área do Parque Nacional da Peneda-Gerês (PNPG). Aproximadamente metade do concelho faz parte do território do PNPG, talvez por isso a paisagem de Ponte da Barca imprime-se a cores em retinas cansadas pelo stress do quotidiano. Por todo o concelho, os rios e os ribeiros, as albufeiras, as praias fluviais, as quedas de água e o verde da paisagem da Serra Amarela revelam imagens únicas e oferecem a possibilidade de contacto directo com a natureza. Este vasto leque de recursos naturais que Ponte da Barca tem para oferecer, tem vindo a ser aproveitado para usufruto de todos aqueles que buscam no contacto com a natureza o refúgio ao agitado ritmo urbano. http://www.pontedabarca.com.pt/ - Município dos Arcos de Valdevez Arcos de Valdevez, é um dos concelhos do interior do Alto Minho que fez história em Portugal. À sombra do "Paço de Giela", a vila recorda-nos o ponto de partida da nossa emancipação, e, remirando-se no Rio Vez que corre ao lado, sente a truta saltar no Ázere e esconde-se muda de espanto com tanta beleza. Seguimos depois o rio até à entrada da vila, cujas duas freguesias que a compõe, S. Salvador, na margem direita do rio, e S. Paio, na margem esquerda, são unidas por uma nova ponte. http://www.cmav.pt/ - Município de Ponte de Lima PONTE DE LIMA nasceu do feliz encontro entre o homem e a natureza, de que resultou uma paisagem variada, repartida entre montanhas de moderada altitude e outeiros ou colinas rodeadas de encostas soalheiras e vales amenos, regados por córregos e levadas de água fresca, que confluem no rio Lima. A beleza da paisagem, a riqueza do património e a hospitalidade minhota tornam Ponte de Lima um dos locais mais procurados pelos turistas. Para quem quiser desfrutar de cenários abertos e admiráveis, nada melhor que subir ao Miradouro de Santo Ovídio, grande palco sobre a margem Norte do Lima. Na margem Sul, e não menos deslumbrante, encontra-se o Monte de Santa Maria Madalena. http://www.cm-pontedelima.pt/ - Município de Viana do Castelo Rodeada por montanhas verdejantes, onde nasce o sol, pelos reflexos de azul intenso do Oceano Atlântico e pela serenidade do Rio Lima, Viana do Castelo proporciona aos visitantes um ímpar património natural de paisagens deslumbrantes, cheias de cor e de luz. O litoral vianense apresenta excepcional qualidade do ponto de vista do património natural, paisagístico e cultural. Ao longo dos 24 Km de costa do município, encontra-se uma grande variedade de habitats indutores de uma igual diversidade biológica de elevado interesse ecológico. http://www.cm-viana-castelo.pt/ PARQUE NACIONAL PENEDA-GERÊS Localiza-se no Alto Noroeste de Portugal, na fronteira com Espanha, cobrindo uma área de 72.000 hectares e repartindo-se pelos concelhos de Melgaço, Arcos de Valdevez, Ponte da Barca, Terras do Bouro e Montalegre. Engloba, de Nordeste para Sudoeste, as serras do Gerês, Soajo, Amarela e Peneda e os planaltos da Mourela e de Castro Laboreiro. O ponto mais elevado localiza-se na serra do Gerês e ultrapassa os 1500m. É atravessado por muitas linhas de água, de entre as quais se destacam os rios Cávado, Lima e Homem. Não se pode falar de um único tipo de clima devido ao seu relevo de transições bruscas, disposto tanto paralela como perpendicularmente à costa. No entanto, caracteriza-se globalmente por uma elevada pluviosidade, invernos rigorosos e uma alta humidade atmosférica. O território do Parque integra-se no Maciço Hespérico e é essencialmente granítico, embora apresente também algumas faixas de xisto. As florestas desta zona são dominadas por carvalhos. Encontram-se também o medronheiro, o azevinho, o azereiro, o pinheiro e o vidoeiro. Os matos arbustivos são característicos de zonas mais elevadas e são constituídos principalmente por tojos, urzes e giestas. Há espécies vegetais que só podem ser encontradas no Gerês, como o lírio-do-gerês, o feto-do-gerês e o hipericão-do-gerês. As espécies animais com maior representatividade nas serras do Parque são o javali, o veado, o texugo e a lontra. Há outras espécies que ainda subsistem nesta área, embora em menor quantidade. É o caso da águia-real, do lobo, do corço e do garrano. Outros há, como a cabra-da-gerês, que já não podem ser encontrados por estas serras devido à maléfica acção do homem. No que diz respeito a aves, podem ver-se ainda, para além da águia-real, o milhafre-real e o falcão. Quanto a répteis, subsistem a víbora negra, a cobra-d'água, o lagarto d'água e a salamandra. A Peneda-Gerês é uma zona humanizada desde o Neolítico, como o comprovam, entre outros, as necrópoles megalíticas do planalto de Castro Laboreiro. Os romanos também deixaram vestígios, nomeadamente a famosa Geira (estrada que ligava Braccara Augusta a Astorga). Hoje em dia, as gentes da serra vivem principalmente da agricultura, pecuária e pastorícia. www.icnb.pt
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